Lojas on-line prometem grandes descontos no Dia do Consumidor, mas é preciso se precaver para evitar dores de cabeça. Especialistas alertam para golpes comuns, como sites falsos, erros em transações por PIX e o uso de deepfakes de famosos criados por inteligência artificial para promover produtos.
Para encontrar ofertas reais, recomenda-se verificar a reputação do vendedor, desconfiar de preços muito abaixo do mercado e nunca compartilhar dados pessoais em links suspeitos. No caso de pagamento via PIX, é fundamental confirmar os dados do beneficiário antes de finalizar a compra.
Campanhas publicitárias com celebridades também exigem atenção. Vídeos que parecem ter a imagem ou voz de um artista podem ser falsos, criados com IA para enganar o consumidor. A orientação é buscar fontes oficiais das marcas e dos próprios famosos para confirmar a autenticidade da promoção.
Em um assunto correlato, o cenário econômico influencia o poder de compra. O dólar registrou alta, fechando a R$ 4,36, o que renova seu recorde. A moeda acumula valorização de quase 9% desde o início do ano, pressionando os preços de produtos importados.
A segurança do consumidor também é tema em outras esferas. Em São Paulo, mais de 50 PMs foram presos por crimes como ameaça e lesão corporal em um período de três anos. O número representa um aumento de 71% entre 2018 e 2019, embora o total de detenções de policiais tenha diminuído.
Outro caso que chamou a atenção foi a absolvição de um vendedor que ficou 89 dias preso por engano. O juiz considerou que Wanderson Brandão não poderia estar nos locais dos assaltos pelos quais foi acusado.
No Pará, uma entidade negou manter ligação com o antropólogo Edward Luz, detido em uma área indígena. Luz, que diz ser consultor da associação, tentou impedir uma fiscalização do Ibama.
Na cooperação internacional, um americano procurado pela Interpol foi preso em Minas Gerais. O homem é suspeito de ter matado a esposa em 2013, mas o corpo da vítima jamais foi encontrado.
Líderes europeus, em outro front, criticaram declarações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre uma possível liberação temporária do petróleo russo no mercado internacional.