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IPTV na TV LG antiga: o que cada geração da marca ainda instala

IPTV na TV LG antiga depende de a televisão ser da era anterior ao webOS, das primeiras versões dele ou das atuais, e cada era tem um caminho próprio.

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IPTV na TV LG antiga

A televisão da marca coreana comprada há oito ou dez anos ainda liga, ainda tem imagem boa e ainda se conecta ao Wi-Fi, mas a loja dela parece abandonada: os aplicativos conhecidos não aparecem, e os que aparecem não abrem depois de instalados. Quem tenta IPTV na TV LG antiga esbarra nesse cenário e conclui que a única saída é trocar o aparelho. Não é. A marca passou por três eras de sistema, e cada uma ainda aceita um caminho, do reprodutor leve à caixinha externa, todos mais baratos do que um aparelho novo.

Este texto identifica as três eras pelo que aparece na tela e mostra o que ainda instala em cada uma. Explica qual formato de reprodutor tem mais chance de rodar nos sistemas velhos, o que fazer quando a loja não responde e quanto custa a saída externa. Fecha com a forma de conferir tudo com credenciais válidas antes de gastar qualquer coisa.

IPTV na TV LG antiga: as três eras do sistema

Até 2014, as televisões da marca rodavam uma plataforma anterior ao webOS, com loja própria que não recebe aplicativo novo há muitos anos. Em 2014 e 2015 chegaram as primeiras versões do webOS, com loja que ainda existe, mas atende poucos reprodutores e não recebe atualização de sistema. De 2016 em diante, o webOS ficou maduro, e a loja aceita quase tudo o que existe hoje, com diferenças pequenas entre os anos. O número do modelo, na etiqueta traseira, e a versão do sistema, nas configurações, dizem em qual era o aparelho está.

A tela inicial também denuncia: um painel com blocos grandes e fundo escuro é a plataforma antiga; uma barra de cartões coloridos que sobe da parte de baixo é webOS, e quanto mais simples e lenta, mais antiga a versão. A data da última atualização, no mesmo menu, confirma o que a tela sugere.

Saber a era evita o erro mais comum, que é gastar uma noite tentando instalar na plataforma antiga o que nunca vai instalar.

Conferir com um login válido antes de gastar

Nada substitui a tentativa com uma lista de verdade. Um teste IPTV LG liberado por algumas horas permite instalar o que a loja daquela era ainda oferece, vincular a lista pelo celular e ver se a grade monta e se o vídeo toca. Se rodar, a televisão ganha anos de uso sem gasto; se não rodar, a compra do conversor sai com base no que foi visto, e o mesmo login serve nela no dia seguinte, o que permite comparar as duas saídas com a mesma lista, na mesma noite, sem depender de opinião de vendedor.

Vale tentar mais de um reprodutor antes de concluir. Nos webOS de primeira geração, o formato vinculado por código, em que o endereço entra pelo celular numa página e a televisão só mostra o código, roda com mais frequência do que o completo, que exige memória e versão recente.

O período serve ainda para medir se a rede sem fio do aparelho, fraca nesses modelos, sustenta a transmissão à noite, ou se o fio vai ser necessário de qualquer forma.

Comparativo por era

O que cada era ainda aceita
EraSistemaLoja ainda instalaCaminho
Até 2014Plataforma anterior ao webOSQuase nadaCaixinha na HDMI
2014 e 2015webOS inicialReprodutores leves, por códigoTentar a loja; conversor se falhar
2016 em diantewebOS maduroQuase tudoLoja

Roteiro em ordem

  1. Localizar o número do modelo na plaqueta atrás da TV e a versão do software no menu.
  2. Buscar "IPTV" e "player" na loja e instalar o formato que trabalha com código, se houver.
  3. Abrir o reprodutor, anotar o código e colar o endereço da lista pelo celular.
  4. Abrir um canal e um filme; se nada tocar, tentar o reprodutor de endereço direto.
  5. Se nada instalar, ligar uma caixinha na HDMI e repetir com a mesma lista.

O passo dois é o que mais muda em relação a uma televisão nova: nos webOS iniciais, o reprodutor completo é o que menos roda, e começar por ele costuma terminar em tela travada e desânimo.

Há um detalhe de rede que pesa mais nesses modelos do que em qualquer outro: o Wi-Fi da televisão antiga é de uma faixa só e alcança pouco. Muita reclamação de "reprodutor que não abre" é, na verdade, a grade que não baixa por falta de sinal, e o fio resolve antes de qualquer troca de app.

Quando a loja não responde

Nas eras antigas, a loja às vezes abre, mostra a busca e não devolve resultado, ou devolve e não instala. Antes de desistir, vale desligar a televisão pela tomada por um minuto, ligar de novo e conferir se há atualização de sistema pendente nas configurações, porque a loja se recusa a instalar com versão desatualizada. Se depois disso a busca continuar vazia, a era é a primeira, e o catálogo de apps não tem mais o que oferecer. O tempo gasto além desse ponto é tempo perdido.

Um caso especial são os modelos vendidos como smart de segunda linha, com número de modelo parecido com o da linha principal e uma meia dúzia de apps fixos em vez de loja. Neles não há o que instalar em nenhuma era, e o conversor externo é o único caminho.

A caixinha na HDMI e o que ela devolve

Uma caixinha Android certificada, um Fire TV Stick ou um Chromecast com Google TV custam uma fração de um aparelho novo e devolvem loja completa, atualização automática e o mesmo reprodutor do celular. O painel antigo continua como tela, que é o que ele faz bem, e o aparelho externo cuida do resto. Para televisão de 42 polegadas ou mais, com imagem ainda boa, é a conta que fecha; para painel pequeno e cansado, o valor da caixinha pode entrar na troca.

Entre as opções, a caixinha com entrada de cabo de rede leva vantagem em sala longe do roteador, porque a antena interna do modelo antigo não vai ser usada de qualquer forma.

Vale ainda olhar o controle: modelos antigos sem ponteiro dependem das setas, e o reprodutor por código foi feito justamente para isso, com a digitação toda fora da TV. Quem tem o controle de ponteiro ganha na navegação, mas ainda digita pelo celular para não errar letra.

Instalação por arquivo e o recurso de desenvolvedor

Tutoriais prometem instalar reprodutor em qualquer webOS pelo recurso de desenvolvedor, com computador ligado na mesma rede e comandos digitados. O processo exige renovação periódica, muda a cada versão, quebra na próxima atualização e, nos sistemas mais velhos, muitas vezes nem está disponível. É uma noite de trabalho para chegar a um app que a loja já não atende e que vai parar em semanas. A caixinha custa menos do que essa noite e funciona na manhã seguinte.

Perguntas frequentes sobre a TV antiga

IPTV na TV LG antiga funciona sem caixinha?

Nas eras de 2014 em diante, muitas vezes sim, com reprodutor por código. Antes disso, quase nunca.

Como sei a era da minha TV?

Pela plaqueta atrás da TV, pelo item de software no menu e pela tela inicial.

Qual reprodutor tem mais chance de rodar?

O que trabalha com código, com o endereço entrando pelo celular. O completo exige versão recente.

A loja abre e não instala. E agora?

Reiniciar pela tomada e conferir atualização pendente. Se seguir vazia, a era é a primeira, e o aparelho externo resolve.

Vale o caminho de desenvolvedor?

Não. Dá trabalho, depende de computador e se perde na próxima atualização.

Qual caixinha escolher?

Uma certificada, de marca conhecida, com entrada de cabo se a sala for longe do roteador.

Resumo

IPTV na TV LG antiga depende da era: até 2014 a loja não atende e o conversor na HDMI é o caminho; em 2014 e 2015 vale tentar o reprodutor por código antes; de 2016 em diante a loja resolve. O caminho de desenvolvedor não compensa em nenhum caso, o cabo de rede substitui o Wi-Fi fraco desses modelos, e a conferência com credenciais válidas, na loja e depois na caixinha, decide onde gastar antes de assinar.

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