O fenômeno climático conhecido como Super El Niño pode estar entre os mais intensos já registrados na história. A informação é de cientistas que utilizam registros preservados em cavernas, dados de satélite e sistemas de monitoramento para entender o evento, que já causou secas, enchentes e tragédias históricas no Brasil e no mundo.
Os pesquisadores analisam diferentes fontes de dados para avaliar a força do fenômeno. As marcas deixadas em cavernas ajudam a reconstruir eventos passados, enquanto os satélites e sistemas de monitoramento fornecem informações em tempo real sobre as condições do oceano e da atmosfera.
A expectativa é que o fenômeno atual tenha impactos significativos no clima global. No Brasil, os efeitos podem ser sentidos em diferentes regiões, com possibilidade de mudanças nos padrões de chuva e temperatura.
O Super El Niño é uma versão mais intensa do fenômeno El Niño, que ocorre quando as águas do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes que o normal. Essa mudança na temperatura das águas altera a circulação atmosférica e afeta o clima em várias partes do planeta.
Em edições anteriores, o fenômeno foi associado a eventos extremos, como longos períodos de estiagem na região Norte e chuvas acima da média no Sul do Brasil. Os cientistas seguem monitorando a evolução do fenômeno para emitir alertas e orientar as autoridades sobre possíveis medidas preventivas.